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O projeto GEF Biogás Brasil foi concluído com sucesso em dezembro de 2025. Portanto, esta página não contará com atualizações frequentes. Acesse o Repositório Digital do MCTI para conferir, de forma permanente, todas as publicações geradas pelo projeto: https://repositorio.mcti.gov.br/handle/mctic/6895
- Study released by the World Biogas Association in partnership with the GEF Biogas Brazil project compares Brazil with 11 reference markets, shows that the country’s actual production still represents only 5% of its national ambitions for the sector, and presents a practical agenda to boost biogas and biomethane. - Led by the Ministry of Science, Technology and Innovation (MCTI), implemented by the United Nations Industrial Development Organization (UNIDO), funded by the Global Environment Facility (GEF), and with the International Center for Renewable Energies (CIBiogás) as the main executing institution, the GEF Biogas Brazil project leaves behind a strategic joint publication to help guide the sector’s next steps in the country. Released by the World Biogas Association (WBA) in partnership with the GEF Biogas Brazil project, the study “Benchmarking of Biogas Policies, Regulations and Technologies: How It Compares to the Brazilian Landscape” maps the current biogas and biomethane market in the country and identifies pathways to strengthen the sector.
Implemented from 2019 to 2025, the GEF Biogas Brazil project was led by Brazil's Ministry of Science, Technology and Innovation (MCTI), implemented by the United Nations Industrial Development Organization (UNIDO), funded by the Global Environment Facility (GEF), and executed by CIBiogás. WBA was one of the project’s main international partners. Presented during the project’s closing event in December 2025 and made publicly available more recently, the publication compares Brazil with 11 selected reference countries – including four countries with emerging biogas markets – and identifies concrete measures to expand the production and use of biogas and biomethane in the Brazilian context. The document highlights recent progress while drawing attention to the vast untapped potential that remains: despite the huge amount of feedstock available for biogas production, especially in the agro-industrial sector, the country’s actual biogas production still represents only 5% of its national ambitions for the sector. The report shows that barriers such as regulatory fragmentation, limited access to finance, technological gaps and insufficient infrastructure continue to hinder expansion on a larger scale. The benchmarking exercise was organised around two main pillars: one focused on policy and regulation, and the other on technical aspects. The study addresses topics such as national strategies, market mechanisms, feedstocks, digestate, gas quality, operational standards, licensing, planning, biodigesters and biogas applications. Its purpose is to position Brazil within the international landscape and turn this analysis into practical recommendations for public policymakers, investors, companies, financial institutions and other sector stakeholders. One of the publication’s main highlights is the systematisation of nine “easy wins” for the growth of Brazil’s biogas market. Recommendations include the creation of a dedicated action plan for the sector, mandatory waste segregation at source, support for local innovation, workforce training, the development of specific financial instruments, progress on national guidelines for licensing and planning, and the adoption of certified technical and safety standards. The document also helps bring international experience closer to the Brazilian reality. Among the examples highlighted are Sweden’s prioritisation of biomethane as a vehicle fuel and Portugal’s adoption of the Biomethane Action Plan 2024–2040, with phases and targets aimed at structuring and expanding the sector. For Felipe Marques, Chief Executive Officer of CIBiogás and WBA Board Member, the study’s main contribution lies in clearly showing where the bottlenecks are and which pathways can accelerate the sector in Brazil. “By comparing Brazil with 11 reference countries, the study shows that the challenge is not a lack of potential, but rather the conditions needed to turn that potential into new viable and scalable projects,” said Marques. In the view of Gustavo Ramos, Advisor to the Secretariat for Technological Development and Innovation at MCTI, the publication helps organise priorities for the next stage of growth in the Brazilian market. “The study clearly shows where the opportunities lie and which pathways can strengthen biogas in the country. These are important indications to help us stimulate biogas development in regions of Brazil that can draw inspiration from the results already achieved by the GEF Biogas Brazil project, such as the North and Northeast,” explained Ramos. Clovis Zapata, UNIDO Representative in Brazil, highlighted the document’s practical value for the sector’s next steps: “The benchmarking leaves the country with a concrete agenda, including recommendations on planning, licensing, financing, professional training and technical standards that can provide greater certainty for the sector’s expansion,” said Zapata. Project legacy The GEF Biogas Brazil project worked to expand the energy use of organic waste from agro-industry and municipal solid waste, contributing to emissions reduction, income generation, the strengthening of the circular economy and improved waste management planning in the country. In addition to MCTI, UNIDO, GEF and CIBiogás, the Project Steering Committee included Itaipu Binacional and the Ministries of Agriculture and Livestock (MAPA), Mines and Energy (MME), Environment and Climate Change (MMA), and Cities (MCID). Throughout its implementation, the initiative mobilised around US$ 8 million in direct funding and US$ 263 million in co-financing, supported demonstration units showcasing best practices in Brazil’s Southern Region, developed business models for agro-industry, trained more than 10,000 people, and promoted technical tools and publications such as PiBiogás and DataSebrae Biogás in collaboration with institutional partners. In recognition of these results, the project received the 2025 RBM Award (2025 Results-Based Management Award), granted by UNIDO and took part in the ELLEvate exhibition during the organisation’s General Conference in Riyadh. Also, the project received an honourable mention and was twice a finalist in the AD & Biogas Industry Awards during its implementation. ACCESS THE DOCUMENT Use the buttons below to access the “Benchmarking of Biogas Policies, Regulations and Technologies: How It Compares to the Brazilian Landscape” through MCTI's Digital Repository, in English and Portuguese: - Estudo lançado pela World Biogas Association em parceria com o projeto GEF Biogás Brasil compara o país com 11 mercados de referência, mostra que a produção efetiva brasileira ainda representa apenas 5% das ambições nacionais para o setor e apresenta uma agenda prática para impulsionar o biogás e o biometano. - Liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Global Environment Facility (GEF) e com o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás) como principal instituição executora, o projeto GEF Biogás Brasil deixa como legado uma publicação conjunta estratégica para orientar os próximos passos do setor no país Lançado pela World Biogas Association (WBA) em parceria com o projeto GEF Biogás Brasil, o estudo “Benchmarking Internacional de Políticas, Regulamentações e Tecnologias de Biogás: Como ele se compara ao panorama brasileiro” mapeia o mercado atual de biogás e biometano no país e indica caminhos para impulsionar o setor.
Implementado de 2019 a 2025, o projeto GEF Biogás Brasil foi liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com implementação da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiamento do Global Environment Facility (GEF) e execução do CIBiogás. A WBA foi uma das principais parceiras internacionais do projeto. A publicação, apresentada durante o evento de encerramento do projeto, em dezembro de 2025, e disponibilizada ao público recentemente, compara o Brasil com 11 países selecionados como referência – incluindo quatro países com mercados de biogás emergentes – e aponta medidas concretas para ampliar a produção e o uso do biogás e do biometano no contexto brasileiro. O documento aponta avanços recentes e chama atenção para o grande potencial ainda inexplorado: apesar da quantidade imensa de matéria prima disponível para a produção de biogás, principalmente no setor agroindustrial, a produção efetiva de biogás no país ainda representa apenas 5% das ambições nacionais para o setor. O relatório mostra que entraves como fragmentação regulatória, acesso limitado a financiamento, lacunas tecnológicas e infraestrutura insuficiente ainda dificultam uma expansão em maior escala. O benchmarking foi organizado em duas grandes frentes: uma voltada a políticas e regulamentação, e outra ao aspecto técnico. O estudo aborda temas como estratégias nacionais, mecanismos de mercado, substratos, digestato, qualidade do gás, padrões operacionais, licenciamento, planejamento, biodigestores e aplicações do biogás. A proposta é situar o Brasil no cenário internacional e transformar essa análise em recomendações úteis para formuladores de políticas públicas, investidores, empresas, instituições financeiras e demais agentes do setor. Um dos principais destaques da publicação é a sistematização de nove “ganhos rápidos” para o crescimento do mercado brasileiro de biogás. Entre as recomendações estão a criação de um plano de ação dedicado ao setor, a obrigatoriedade da segregação de resíduos na fonte, o apoio à inovação local, a qualificação da mão de obra, o desenvolvimento de instrumentos financeiros específicos, o avanço de diretrizes nacionais para licenciamento e planejamento, e a adoção de padrões técnicos e de segurança com certificação. O documento também ajuda a aproximar experiências internacionais da realidade brasileira. Entre os exemplos destacados estão a priorização do biometano como combustível veicular na Suécia e a adoção, em Portugal, do Plano de Ação para o Biometano 2024–2040, com etapas e metas voltadas à estruturação e à expansão do setor. Para o Diretor Presidente do CIBiogás e conselheiro da WBA, Felipe Marques, a principal contribuição do estudo está em mostrar com clareza onde estão os gargalos e quais caminhos podem acelerar o setor no país. “Ao comparar o Brasil com 11 países de referência, o estudo mostra que o desafio não é falta de potencial, mas de condições para transformar esse potencial em novos projetos viáveis e escaláveis”, disse Marques. Na avaliação do Assessor da Secretária de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Gustavo Ramos, a publicação ajuda a organizar prioridades para a próxima etapa de crescimento do mercado brasileiro. “O estudo mostra com clareza onde estão as oportunidades e quais caminhos podem fortalecer o biogás no país. São indicações importantes para que possamos dinamizar o biogás em regiões do Brasil que podem se inspirar nos resultados já alcançados pelo projeto GEF Biogás Brasil, como Norte e Nordeste”, explicou Ramos. O Representante da UNIDO no Brasil, Clovis Zapata, destaca o valor prático do documento para os próximos passos do setor: “O benchmarking deixa uma agenda concreta para o país, com recomendações sobre planejamento, licenciamento, financiamento, qualificação profissional e padrões técnicos que podem dar mais segurança à expansão do setor”, afirmou Zapata. Legado do projeto O projeto GEF Biogás Brasil atuou para ampliar o aproveitamento energético de resíduos orgânicos da agroindústria e de resíduos sólidos urbanos, contribuindo para a redução de emissões, a geração de renda, o fortalecimento da economia circular e o aprimoramento do planejamento da gestão de resíduos no país. Além de MCTI, UNIDO, GEF e CIBiogás, o Comitê Diretor do Projeto contou com Itaipu Binacional e os ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA), de Minas e Energia (MME), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e das Cidades (MCID). Ao longo de sua execução, a iniciativa mobilizou cerca de US$ 8 milhões em financiamento direto e US$ 263 milhões em cofinanciamento, apoiou unidades de demonstração de boas práticas na Região Sul, desenvolveu modelos de negócios para a agroindústria, capacitou mais de 10 mil pessoas e promoveu ferramentas e publicações técnicas, como PiBiogás e DataSebrae Biogás, em colaboração com parceiros institucionais. Em reconhecimento a esses resultados, o projeto recebeu, em 2025, o certificado de excelência RBM Award 2025 (Prêmio 2025 Gestão para Resultados), concedido pela UNIDO, e também participou da exposição ELLEvate durante a Conferência Geral da organização, em Riade. Além disso, recebeu menção honrosa e foi finalista duas vezes no AD & Biogas Industry Awards durante sua implementação. ACESSE O DOCUMENTO Clique no botão abaixo para acessar o “Benchmarking Internacional de Políticas, Regulamentações e Tecnologias de Biogás: Como ele se compara ao panorama brasileiro” através do Repositório Digital do MCTI, nas versões em Português e em Inglês: - Evento ocorreu no CIBiogás, no complexo de Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu (PR), com a participação de membros do Comitê Diretor do Projeto e parceiros institucionais. - O projeto GEF Biogás Brasil foi liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Global Environment Facility (GEF) e teve o CIBiogás como principal instituição executora. O Workshop de Encerramento do projeto GEF Biogás Brasil, realizado nos dias 9 e 10 de dezembro no CIBiogás, dentro do complexo de Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu (PR), reuniu representantes do governo brasileiro, organizações internacionais, associações setoriais, setor privado, produtores rurais e instituições de pesquisa para apresentar os resultados consolidados do projeto e debater caminhos futuros para o setor no país. O projeto GEF Biogás Brasil foi liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Global Environment Facility (GEF) e teve o CIBiogás como principal instituição executora. O Comitê Diretor do Projeto também contou com Itaipu Binacional, e os ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA), de Minas e Energia (MME), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e das Cidades (MCid). Implementado de 2019 a 2025, o projeto atuou para maximizar a transformação de resíduos orgânicos da agroindústria em energia limpa, contribuindo para a redução de emissões, geração de renda e fortalecimento da economia circular no país. O projeto também dinamizou a produção de biogás a partir de Resíduos Sólidos urbanos (RSU), trabalhando para facilitar o planejamento da gestão de resíduos a partir do aproveitamento energético e da sustentabilidade. A programação do workshop de encerramento combinou painéis temáticos, palestras especializadas e visitas técnicas, promovendo a integração entre diferentes atores do setor. O secretário substituto da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (SETEC) do MCTI, Osório Coelho Guimarães Neto, reforçou o papel estratégico do biogás para o país: “O Brasil tem um potencial extraordinário de aproveitamento sustentável do biogás e o projeto ajudou a transformar esse potencial em conhecimento aplicado, modelos de negócios inovadores e políticas públicas favoráveis. O resultado é um setor mais preparado para crescer e apoiar a descarbonização do país.” Na abertura do evento, o Diretor-Presidente do CIBiogás, Felipe Souza Marques, destacou o papel integrador do projeto para o setor: “O GEF Biogás Brasil criou as condições necessárias para que diferentes atores do ecossistema pudessem trabalhar de forma articulada, acelerando soluções que já estão se refletindo em novos negócios, mais eficiência e maior segurança energética.” O Representante da UNIDO no Brasil, Clovis Zapata, ressaltou o caráter pioneiro da iniciativa: “O projeto demonstra como inovação tecnológica, cooperação institucional e capacitação podem gerar impactos reais para a indústria e para o meio ambiente. É um exemplo concreto de como a UNIDO apoia países a avançarem em agendas de descarbonização alinhadas ao desenvolvimento econômico local.” Também na abertura, o superintendente de energias renováveis de Itaipu Binacional, Rogério Meneghetti, enfatizou a relevância das ações práticas conduzidas pelo projeto: “As unidades de demonstração e as visitas técnicas mostram que o biogás é uma solução madura, escalável e de forte impacto regional. Ver os resultados acontecendo na prática é fundamental para estimular novos investimentos.” No primeiro dia do evento, os participantes acompanharam uma apresentação geral do projeto e painéis sobre políticas públicas, modelos de negócios e estratégias de mercado, além de palestras técnicas com estudos de caso e discussões sobre mercados de certificados e perspectivas futuras para o biogás brasileiro. No segundo dia, as atividades incluíram visita técnica a planta de biogás da Frimesa, em Medianeira (PR) e ao laboratório do CIBiogás, além de palestras sobre culturas energéticas, potencial do biogás no Norte e Nordeste e a atuação da Rede Mulheres do Biogás, concluindo com um painel sobre benchmarking internacional. O evento também incluiu a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU) entre o Governo do Estado do Paraná, através da Superintendência-Geral de Gestão Energética (Supen), e a World Biogás Association (WBA), para aplicar o programa “Make Biogas Happen” no estado. O programa, liderado pela WBA, é uma iniciativa global para acelerar o desenvolvimento do mercado de biogás. “Buscando a descarbonização da nossa economia, o plano de biogás do Paraná aponta que, até o horizonte de 2050, em um cenário positivo com estímulos do governo e com o trabalho em todas as cadeias produtivas, nós podemos ter até 38% da nossa matriz energética sendo suprida pelo biogás e pelo biometano,” disse o superintendente geral de gestão energética da Supen, Sandro Nelson Vieira, ao comentar o potencial dessa cooperação. Além das discussões técnicas e da cooperação institucional, o workshop deu visibilidade a experiências práticas de quem já vivencia os resultados do projeto no dia a dia dos negócios. A produtora rural Danieli Rambo, sócia-proprietária da Granja Kist e Froelich – uma das Unidades de Demonstração apoiadas pelo projeto na Região Sul – compartilhou o impacto local direto do biogás em sua empresa: “O projeto nos permitiu modernizar processos, reduzir custos e abrir novas oportunidades de renda. O biogás deixou de ser apenas uma alternativa e passou a ser uma peça central na sustentabilidade da nossa propriedade.” Sobre o projeto GEF Biogás Brasil Ao longo de sua execução, de 2019 a 2025, o projeto mobilizou cerca de US$ 8 milhões em financiamento direto e US$ 263 milhões* em cofinanciamento, apoiou Unidades de Demonstração de boas práticas na Região Sul com US$ 6 milhões em investimentos, desenvolveu modelos de negócios customizados para a agroindústria, capacitou mais de 10 mil pessoas em cursos online e presenciais, criou ferramentas digitais e publicações técnicas, elaborou estratégias de gestão de RSU e promoveu intercâmbio internacional de conhecimento para a abertura de mercados. Além dos avanços estruturantes, o ano de 2025 apresentou marcos importantes para a ampliação da visibilidade e do impacto do projeto. Entre os destaques deste ano estão o lançamento do livro “Cenário Foresight: O projeto GEF Biogás Brasil na cadeia de valor da agroindústria”; uma mesa-redonda na COP 30 sobre resultados do projeto; a contribuição para fóruns nacionais e internacionais, como a 21a Sessão da Conferência Geral da UNIDO (Arábia Saudita), o World Biogas Expo & Summit 2025 (Reino Unido), o 12º Fórum do Biogás e o 7º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano; iniciativas de cooperação Sul-Sul; e o desenvolvimento de um projeto complementar para expansão das atividades de estímulo ao biogás para as regiões Norte e Nordeste do país, com liderança do MCTI. * Valor de cofinanciamento calculado até 2024. Acessa a página sobre o novo livro "Cenário Foresight: O projeto GEF Biogás Brasil na cadeia de valor da agroindústria" para baixar a publicação completa sobre resultados alcançados pelos modelos de negócios inovadores desenvolvidos pelo projeto GEF Biogás Brasil em parceria com instituições e empresas da governança do biogás.
O projeto GEF Biogás Brasil é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e conta com o CIBiogás como principal instituição executora. O evento reuniu mais de mil participantes e foi promovido pela Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), com apoio institucional do projeto GEF Biogás Brasil. O projeto GEF Biogás Brasil é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Global Environment Facility (GEF) e conta com o CIBiogás como principal instituição executora A edição deste ano do Fórum do Biogás, promovida pela Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), reuniu cerca de 1.200 participantes no centro de convenções São Paulo Expo, na capital paulista, no início de setembro, para debater tendências globais, avanços tecnológicos, políticas públicas e oportunidades de negócios no setor de biogás e biometano. O evento contou com o apoio institucional do projeto GEF Biogás Brasil, iniciativa liderada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementada pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e financiada pelo Global Environment Facility (GEF), com o CIBiogás como principal instituição executora. A programação incluiu dois dias de painéis técnicos e estratégicos, com a participação de especialistas, empresários, representantes governamentais e profissionais do setor. O assessor da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI e coordenador do projeto GEF Biogás Brasil, Gustavo Ramos, integrou o painel “Inovar para avançar: as fronteiras tecnológicas do biogás e biometano”, destacando a importância da pesquisa e do desenvolvimento científico para impulsionar o setor. “A inovação é o principal catalisador da competitividade e do ganho de escala no setor de biogás no Brasil. Nosso projeto buscado conectar avanço tecnológico, sustentabilidade, novas oportunidades de negócios e integração com o setor produtivo. O Fórum foi um espaço estratégico para apresentar resultados e fortalecer o diálogo multissetorial”, destacou Gustavo Ramos. Já o diretor-presidente do CIBiogás, Felipe Marques, participou do painel “Tendências globais para o mercado de biogás e biometano”, trazendo a perspectiva da instituição sobre o posicionamento do Brasil no cenário internacional. “Tivemos a oportunidade de compartilhar experiências e reforçar estratégias para a atração de investimentos e o desenvolvimento de soluções sustentáveis para a transição energética do país através do biogás e do biometano”, disse Felipe Marques. Os debates do 12º Fórum do Biogás reforçaram a importância do setor como vetor de sustentabilidade, segurança energética e desenvolvimento econômico, apoiando o Brasil em suas metas nacionais de descarbonização. Missão da Costa Rica Além do apoio institucional e da participação de diretores em painéis do Fórum, o projeto GEF Biogás Brasil trouxe ao evento uma missão internacional de agências da ONU focada em biometano e transição justa. O coordenador de projeto da UNIDO Marco Chaves Flores e o economista do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Juan Daniel Vargas Salas, ambos lotados na Costa Rica, vieram ao Brasil para trocar experiências entre o projeto GEF Biogás Brasil e o projeto “Estabelecendo e Fortalecendo Financeiramente uma Estratégia Nacional de Biometano: Promovendo Acesso Igualitário para uma Transição Energética Justa”. Os especialistas participaram de reuniões com o governo brasileiro, fizeram visitas a usinas e empresas produtoras de biogás e biometano no Paraná e em São Paulo, e participaram do Fórum do Biogás na capital paulista. Marco e Juan dialogaram com atores-chave do setor brasileiro de biogás para fomentar o intercâmbio de conhecimento entre países do Sul Global. Sobre o projeto GEF Biogás Brasil Iniciado em 2019, o projeto GEF Biogás Brasil foi criado para maximizar a transformação dos resíduos orgânicos da agroindústria brasileira em energia limpa por meio do biogás e do biometano, reduzindo emissões de gases de efeito estufa e gerando novas oportunidades de negócios, emprego e renda. O sucesso do projeto resultou na ampliação de seu escopo inicial para incluir a gestão sustentável de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) com foco na produção de biogás. O projeto segue atuando para superar desafios do setor, contribuindo para a economia circular e a diversificação da matriz energética nacional. O Fórum do Biogás 2025 reunirá diversos especialistas, empresários, autoridades e profissionais para debater tendências, inovações, políticas públicas e oportunidades de negócios na cadeia de valor do biogás e biometano.
O evento é realizado pela Associação Brasileira do Biogás (ABiogás). A edição deste ano vai contar com cerca de 1.200 participantes e uma programação robusta de debates sobre o presente e o futuro do setor, recebendo o apoio institucional do projeto GEF Biogás Brasil. O projeto GEF Biogás Brasil é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Global Environment Facility (GEF) e conta com o CIBiogás como principal instituição executora. Serão dois dias intensos de painéis técnicos e estratégicos, contando com a participação de diretores do nosso projeto. ✅ Na terça-feira, dia 02 de setembro, às 14h, o diretor presidente do CIBiogás, Felipe Marques, irá participar do painel “Tendências globais para o mercado de biogás e biometano”. ✅ Na quarta-feira, dia 03 de setembro, às 16h, o assessor da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Gustavo Ramos, irá participar do painel “Inovar para avançar: as fronteiras tecnológicas do biogás e biometano”. Confira mais detalhes: 12º Fórum do Biogás 📅 Dias 2 e 3 de setembro 📍Expo São Paulo – Rod. dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, SP 🔗 Informações e inscrição: forumdobiogas.com.br O projeto GEF Biogás Brasil participou, em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), do 33º Congresso da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária (ABES), um dos maiores eventos sobre saneamento da América Latina.
Integrantes do projeto colaboraram com o painel “Como as Estações de Tratamento de Esgoto Podem Impulsionar a Descarbonização no Setor de Saneamento e Contribuir com a Pauta da Transição Energética”, ocorrido em 27 de maio de 2025. O projeto GEF Biogás Brasil é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility - GEF) e conta com o CIBiogás como principal entidade executora. Participantes do painel: Moderador: Nivaldo Rodrigues da Costa Jr. (Sabesp | ABES-SP). Debatedor: Gustavo Ramos (MCTI | GEF Biogás Brasil). Palestrantes: • Gustavo Possetti (Sanepar | ABES). • André Bezerra dos Santos (Universidade Federal do Ceará (UFC) | Instituto Nacional de Ciência Tecnologia (INCT) ETEs Sustentáveis). • Bruno Casagranda Neves (UNIDO | GEF Biogás Brasil). O assessor da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI (Setec/MCTI), Gustavo Ramos, destacou o papel das políticas públicas no aproveitamento energético de resíduos das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). "Transformar resíduos em energia limpa é uma estratégia indispensável para a descarbonização do Brasil. O MCTI tem trabalhado para viabilizar tecnologias que aliem inovação, sustentabilidade e desenvolvimento local, como é o caso do projeto GEF Biogás Brasil. É necessário criar um ambiente de negócios e de políticas públicas favoráveis ao investimento em modelos sustentáveis e replicáveis de saneamento", disse Gustavo. O especialista em gestão de projetos da UNIDO pelo projeto GEF Biogás Brasil, Bruno Neves, apresentou a perspectiva da UNIDO sobre como ETEs podem ser protagonistas na descarbonização e na transição energética. A proposta central é transformar resíduos em ativos valiosos, como biogás, hidrogênio verde e fertilizantes de baixo carbono, impulsionando a economia circular e reduzindo emissões. A apresentação de Bruno Neves também destacou iniciativas como o projeto GEF Biogás Brasil, o MAF Action, e o Hub de Hidrogênio Brasil-Reino Unido (H2 Hub). O debate sobre saneamento e descarbonização segue transformando desafios em soluções, inovação e oportunidades. Navegue pelo site do projeto GEF Biogás Brasil e entenda como a produção de biogás colabora para estratégias de gestão sustentável de resíduos urbanos e agroindustriais: gefbiogas.org.br O projeto GEF Biogás Brasil acompanhou o “Seminário Diálogo UE-Brasil sobre Planejamento de Cenários/Foresight”, que aconteceu dia 28 de maio em Brasília (DF).
O seminário foi promovido pela Delegação da União Europeia no Brasil, Escola Superior de Defesa, Ministério do Planejamento e Orçamento, Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) e outros parceiros. Especialistas brasileiros e europeus se reuniram para discutir como a prospectiva estratégica pode orientar políticas públicas em áreas como clima, energia, digitalização e governança global. Também foram discutidos o Relatório de Tendências Globais da União Europeia e a Estratégia Brasil 2050. O especialista em Cadeia de Valor da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) pelo projeto GEF Biogás Brasil, Emilio Beltrami, acompanhou o evento. O projeto GEF Biogás Brasil é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela UNIDO, financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility - GEF) e conta com o CIBiogás como principal entidade executora. Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano ocorreu entre 08 e 10 de abril em Bento Gonçalves (RS), oferecido por CIBiogás, Embrapa Suínos e Aves, Universidade de Caxias do Sul (UCS) e Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindústrial (SBERA). Evento contou com o apoio institucional do projeto GEF Biogás Brasil, que é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e conta com o CIBiogás como principal entidade executora. A 7ª edição do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano reuniu mais de 700 pessoas no Dall’Onder Grande Hotel, em Bento Gonçalves (RS), entre 08 e 10 de abril, para discutir desafios e soluções de mercado, bem como o papel central do biogás na estratégia nacional de descarbonização.
O Fórum contou com a participação de especialistas dos setores público e privado, empreendedores, líderes de associações, cooperativas, investidores e pesquisadores em painéis temáticos sobre resiliência climática, certificados verdes, distribuição de biometano e outros temas essenciais a essa cadeia de valor. A edição deste ano foi realizada por Universidade de Caxias do Sul (UCS), CIBiogás e Embrapa Suínos e Aves. A Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (SBERA) foi organizadora do Fórum. O evento recebeu apoio institucional do projeto GEF Biogás Brasil, que é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e conta com o CIBiogás como principal entidade executora. O “Painel 7: Agenda Global do Biogás”, ocorrido nesta quarta-feira (09) de manhã, contou com integrantes e parceiros do projeto GEF Biogás Brasil para discutir tendências internacionais do setor. Participaram o assessor da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (SETEC) do MCTI, Gustavo Ramos; o superintendente de Energias Renováveis de Itaipu Binacional, Rogério Meneghetti; o especialista em Gestão de Projetos da UNIDO, Bruno Neves; a diretora de Engenharia e Inovação do CIBiogás, Aline Scarpetta, como moderadora do painel; e o líder técnico sênior da World Biogas Association (WBA), Flávio Ascenco, responsável pela apresentação técnica do painel. Para Gustavo Ramos, do MCTI, o Brasil está cada vez mais inserido no debate global sobre biogás: "As discussões que tivemos durante o nosso painel e durante todo o Fórum reforçam o papel estratégico dessas energias renováveis não apenas para a competitividade do Brasil, mas também para a transição energética global”, disse o assessor da SETEC/MCTI. “O biogás e o biometano são vetores de desenvolvimento econômico sustentável, alinhados a compromissos climáticos e à geração de emprego e renda. Iniciativas como o projeto GEF Biogás Brasil demonstram como a cooperação internacional e políticas públicas assertivas podem acelerar a adoção dessas soluções, posicionando o país como líder em uma economia de baixo carbono", completou Gustavo. Bruno Neves, da UNIDO, destacou a necessidade de cooperação internacional para o avanço do setor. "Embora a digestão anaeróbia seja uma tecnologia fortemente territorializada em seus arranjos e modelos de negócios, os desafios que enfrenta são globais. Esforços de padronização, harmonização de arcabouços regulatórios e mecanismos de troca de experiências, incluindo o desenvolvimento conjunto de soluções, serão vitais para a consolidação e o crescimento desse mercado fundamental", disse Bruno. O diretor-presidente do CIBiogás, Rafael González, ressaltou o papel da inovação para impulsionar o setor. "O avanço do biogás no Brasil exige modelos de negócios que conectem produção, distribuição e consumo de forma eficiente, levando em consideração os objetivos de cada empreendimento. O intercâmbio de experiências nacionais e internacionais promovido por eventos como este Fórum pode acelerar esse processo", explicou Rafael. De acordo com a professora da UCS e organizadora do Fórum, Suelen Paesi, o evento reafirmou sua importância como um encontro anual para atualizar perspectivas e traçar novos caminhos. "A cada edição, percebemos como o setor está evoluindo e se posicionando no cenário internacional. O Fórum cumpre um papel essencial ao promover esse diálogo, conectando especialistas, empresas e formuladores de políticas públicas para impulsionar ainda mais o desenvolvimento do biogás no Brasil", disse Suelen. Ao longo de três dias de debates e visitas técnicas, o evento mostrou que a expansão do biogás depende de uma atuação coordenada, baseada em inovação tecnológica, segurança regulatória e modelos de negócios eficientes, com forte potencial para transformar desafios energéticos em soluções sustentáveis e competitivas. Com a COP30 no horizonte e os olhares internacionais voltados ao Brasil, as ideias, conexões e compromissos construídos nesta edição do Fórum lançam bases sólidas para o Brasil ampliar sua liderança no setor, impulsionando parcerias, atraindo investimentos e posicionando o biogás como uma das principais vitrines brasileiras na agenda climática internacional. O coordenador-geral de Tecnologias Setoriais da SETEC/MCTI, Rafael Menezes, destacou o papel do biogás em marcos regulatórios de sustentabilidade. "O Fórum mostra como o biogás vem ganhando espaço nas políticas públicas de transição energética. Para o MCTI, iniciativas como o projeto GEF Biogás Brasil são essenciais para transformar conhecimento em soluções práticas com impacto real no território, gerando novas oportunidades de desenvolvimento. A nossa motivação agora é levar a experiência do nosso projeto para as regiões Norte e Nordeste do país”, contou Menezes. |


